domingo, 14 de fevereiro de 2010

JESUS X PURGATÓRIO

JESUS CRISTO X PURGATÓRIO
LUCAS 23:39-46; 46.
Muitos já escreveram sobre o ladrão da cruz, como se houvesse um só ladrão crucificando ao lado de Jesus. Certamente lhes faltaram o discernimento necessário da palavra de DEUS para a correta interpretação do texto. A Bíblia afirma sem sombra de dúvida: "Com ele crucificaram dois ladrões, um à sua direita, e outro à sua esquerda" (Marcos 15:27).

Os ladrões sobre as cruzes estavam posicionados como ninguém, ou outras palavras, perdidos. Vamos simular a montagem de um pequeno cenário para entendermos o correto significado do texto. Jesus sendo o próprio DEUS deixou claro que, no local da crucificação existia três cruzes, eLE o próprio Cristo e DEUS, foi posto no centro como solução para todos, e morreu por todos.

A sua direita foi colocada uma testemunha viva da vida, da mesma forma a sua esquerda uma testemunha viva da morte, como está escrito em (Mateus 25:33;41), afirmações estas, que serão confirmadas ate o fim dos séculos dos séculos amém! (1 Pedro 4:11; Romanos 16:27). Para o ladrão da direita Jesus disse: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso”, para o ladrão da esquerda será que Jesus disse vá para o purgatório? Devemos primeiramente entender que, não havia ali nenhuma evidencia para o suposto purgatório, exceto “Céu e Inferno”. O ensino obscuro da existência do purgatório nega o preço pago por JESUS naquela cruz, isentando-nos de uma vez por toda das nossas dívidas com DEUS.

Ali estavam três cruzes simbolizando duas portas de entrada para o homem após a morte, e não três portas, ou seja, duas: Céu e inferno. A vida estava lá cruz, mas a morte também, os dois ladrões tiveram oportunidades e livre arbítrio para fazerem suas escolhas, tanto o da direita, quanto ao da esquerda. Nas poucas palavras proferida por Jesus na cruz, eLE disse ao ladrão da direita:“Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lucas 23:43). Concluindo eLE disse,“Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito! E, dito isto, expirou” (Lucas 23: 46) Acabando Jesus de dizer estas palavras rasgou-se o véu que separava o homem de DEUS, e iniciava ali uma nova aliança como havia predito o profeta Isaías (Isaías 53:9; Mateus 27:60).

Jesus respeitou a decisão do ladrão que estava a sua esquerda, permitindo que ele próprio fizesse a sua escolha. Enquanto isto o povo se reuniam em volta da cruz preocupados com o sepultamento, porque a lei era rígida e o corpo de Jesus não podia ser sepultado no dia seguinte porque era sábado, e eles permaneciam ali discutindo sobre as vestes e o local do sepultamento do corpo de Jesus. Jesus jamais havia preocupado com o local ou túmulo, pois Ele sabia que iria passar ali somente um final de semana, “NÃO HAVERIA A EXISTÊNCIA DA FRASE” “Aqui jazz”, e sim uma frase única, “Ele não está mais aqui”. (Marcos 16:6).

Podemos observar no texto e procurar entender que, Os ladrões se mostraram diferentes comportamentos no fim, assim também é o povo religioso nos dias de hoje, ou seja, alguns se colocam a direita da cruz de Cristo, e a maioria por conta própria a esquerda da cruz de Cristo. “Um dos malfeitores crucificados blasfemava contra ele dizendo: Não és tu o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós também. Respondendo-lhe, porém, o outro, repreendeu-o, dizendo: Nem ao menos temes a Deus, estando sob igual sentença? Nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez. E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino (Lucas 39-43).

Pois é exatamente neste texto que a própria palavra de DEUS nega a existência do suposto purgatório, sabemos primeiramente que, se tal fato fosse verdadeiro a morte de Cristo na cruz seria em vão. (Gálatas 2:21).
Será que temos evidências que garantem a certeza da nossa fé? Pois já dizia o Apostolo Paulo que se pregamos a ressurreição dos mortos e não acreditamos nela, a nossa fé é vã (1 Coríntios 15:14). Vejam o que dizem a palavra DEUS quanto a nossa salvação. Se for difícil o justo por um caminho estreito chegar a DEUS, como fica a situação dos ímpios caminhando por caminhos espaçosos? (1Pedro 4:18).


Sebastião C Antenor
14/02/2010

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